sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

à véspera da Véspera...


Enquanto Maria dorme estou aqui a pensar no almoço de hoje, e preocupada com o peru do Natal de amanhã, penso na importância desta celebração na minha vida e como tudo mudou. Agora é começa um novo de jeito de celebrar.
Lembro dos natais da infância na casa da vó sempre, depois começamos a alternar entre os irmãos de papai, depois veio primeiro Natal após a separação dos meus pais, o mais sofrido de todos(snif). Depois deste ocorrido eu já encontrei meu amor, que hoje é marido e pai de Maria, de lá pra cá tem 11 anos em que nós dois estamos juntos e vários natais se passaram, uns com dinheiro, cheio de presentes e outros sem...enfim.
Nas conversas com marido sempre dizia que quando tivéssemos nossos filhos, nosso Natal seria diferente, haveria de ter outro sentido.
O sentido da familía reunida, os cheiros antigos, os sentimentos se restabeleceriam como antes, talvez sem o encantamento da minha infância, mas eu haveria de resgatar o sentimento perdido.
Quero tanto, muito fazer minha filha feliz, meu marido e as pessoas que convivem mais próximo a mim durante todo o ano.
Celebrar hoje é receber estas pessoas em casa, com uma ceia preparada com carinho, rezar ao pé do presépio a meia noite, ler a bíblia e lembrar que foi por causa do nascimento de uma criança especial que o mundo cristão celebra uma noite de paz!
Eu espero sentir o amor do mundo no meu coração, assim como senti ano passado quando minha filha estava dentro de mim e eu a sentia como se fossemos uma pessoa só.
Maria é o meu grande presente de Natal!
E desejo que todos recebam com amor o JESUS Cristo menino que é o maior presente para todos nós!

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

segue o diário materno: 9 meses

Meu blog virou meio que um diário materno, mas é impossivel a percepção de mundo não mudar depois que se vira mãe, né não!?
9 meses e Maria teve a sua primeira garganta inflamada, passou mal uma semana, vomitou, teve febre quase todos os dias, mas enfim ficou boa.
Voltou a comer muito, lanchar e a brincar, a única herança da doença foi querer dormir junto, coisa que ela nunca quis, desde que nasceu. Agora só quer saber de dormir na cama abraçada comigo...dorme a noite toda que nem reclama.
Enfim agora aos nove meses também ta engatinhando e próximo de se levantar sozinha, já explorou a sala, a cozinha,a lixeira da cozinha, embaixo da arvore de natal, fica sentada no beiral da porta olhando o terraço, criando coragem pra ir até lá.Enfim uma nova fase começa e novas percepções do perigo...além de querer colocar tudo na boca até formiga...srrsrs a casa tem que estar sempre limpa, se não o fundo da calcinha já viu, fica pretinha, pretinha de tanto arrastar no chão.
Quanto a mim, reles mãe...fico cada dia mais apaixonada, observando suas expressões, suas falas monossilábicas, suas caretas e sorrisos. Um aprendizado constante pra mim que tento sempre ser melhor a cada dia , pra mim e pra ela.

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Outubro e novembro:fim de ano chegando!

Outubro passou, vários nivers na familia, uma morte que abalou psicologicamente meus tios, pai e avó... Estamos em novembro, mês de aniversário dos meus pais!Mamãe é no dia primeiro e já comemoramos devidamente, e papai dia 25.
O clima de natal parece já ter chegado, nos supermercados as decorações já estão a todo vapor desde outubro, e as caixas coitadas vão passar dois meses usando chapéu de papai de Noel rsrsrs.
Mas o clima que parece mesmo ter chegado, é em relação ao meteorológico, os dias estão meio nublados, ameaçando chuvas e parece que o fim do ano já chegou!
Com a rotina igual todos os dias, exceto aos fins de semana, o ano passou mais rápido ainda pra mim, que passei quase que 80% do ano dentro da minha casa com Maria Vitória.
As mudanças foram tantas por causa dela que nem sei como era antes sem ela.
De uma coisa eu sei, nunca mais me senti só! Solidão foi embora e não deixou saudades.
Enfim, Maria está com oito meses, não quer engatinhar, tá com uma preguiça doida. Já começou a verbalizar uns dadadadadada indefinidamente. Já esboça um sorriso quando os outros sorriem pra ela, o famoso sorriso social. Bate palmas, faz careta, gosta da prima Catá, as noites tem sido péssimas, acorda várias vezes igual quando era recém nascida!
Voltando a minha vida, tinha planos de tirar carteira de motorista esse ano, mas acho que vai ficar pro ano que vem...ja tentei uma vez e não consegui e foi dinheiro perdido!
Tô tentando projetar coisas ousadas pra 2012 em relação a faculdade de direito, a Maria, meu amor etc, etc...espero que o mundo não acabe ano que vem!;)Muitas coisas pra fazer e realizar!
é isso! Em breve noticias!

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Coisas de mãe de primeira viagem 1ª parte



O banho do bebê.






Quando Mavi e eu viemos da maternidade pra casa, a minha maior ansiedade era dar banho nela. O primeiro banho é importante. Me informei muito antes, vi vários videos na net mas sabia que no primeiro momento eu iria titubear, afinal é dificil segurar um bebê recem nascido.



Ele é molinho, tem o umbigo, os cabelos, os olhos ai ai, é muito detalhe.



No meu chá de baby ganhei um termometro pra medir a temperatura da água do bebê e digo foi um santo remédio pra essa questão.



Bebê não deve chorar ao tomar banho, afinal ele ficou durante nove meses na água e a sensação que ele deve ter ao tomar banho é a mesma, e que pra isso ocorra vai algumas dicas de mãe de primeira viagem.






1. a temperatura da água é 36º 37º graus, é a mesma temperatura do bebê.



2. Prepare tudo que você usar e deixe separado: as fraldas de pano, toalha, cotonete, algodão, higiapele, pomada e roupinha. deixe tudo proximo ao trocador, parece obvio, mas nem todo mundo faz isso antes.



3. coloque uma musica animadinha, e coloque a mesma musica todo dia...ele vai saber que irá tomar banho



4. isso é muito importante: no local em for dar banho no bebe feche portas e janelas, o contato com vento por menor que ele seja vai fazer ele sentir muito frio.



5. se você for banhar e lavar primeiro a cabeça, enrole o corpo todo numa fralda depois molhe o corpo, deixe um pouco de água no balde e água morna sobressalente, por que o bebe com certeza fará cocô na água ao final do banho mas se voçe fizer tudo junto ele não vai fazer coco na água



6.Quando for arrumar o bebe depois do banho enxugue pés e mãos e coloque meias e luvas primeiro o frio passa mais rápido assim.






Então acho que é isso!



bjos ! e até a próxima.

A esperança.

Quando você está angustiada e desabafa, parece que tudo sai de cima de você e vai embora. E você volta a ter tranquilidade.
Também o fato de pensar sobre um problema e partilhá-lo mesmo que seja com pessoas que você não conhece e a partir dai ter atitudes relacionadas a mudança, fazem um bem danado.
Depois do último post que escrevi me senti assim. Sei que foi uma exposição grande mas são nesses momentos que as mudanças começam a acontecer.
Então depois do chororô, do escrever, do pensar e do agir, me senti mais leve e reconfortada.
Tá passado esses últimos conflitos interiores, a vida segue o rumo...e já pensei em que rumo é esse.Nos caminhos a seguir, nas culpas que não quero ter e em quem eu não quero ser.
Definido os "nãos", os "sims" ficaram mais facéis de perceber e aceitar.
Setembro foi um mês complicado, mas parece que em outubro o vento tá soprando mais, e trazendo mais esperança e desejo de mudança no meu coração.
Peço somente as bençãos de Deus e Nossa Senhora de Nazaré, pra mim que tenho fé e acredito nas forças da oração e do amor de Deus, sei que quando ele está conosco, ninguém estará contra nós!
E tenho dito!

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Trabalho

Desde que saí ou fui demitida do meu último emprego de carteira assinada há tres anos atrás mais ou menos, tenho trabalhado com meu marido. Já passamos por bons e maus momentos financeiros. Mas o grande impasse entre nós nesta questão é: Eu me envolvi com o que ele sabe fazer, no ramo dele, aprendi a trabalhar na area dele e de la pra cá, sempre há questões que desgastam muito nossa relação e eu acho que de vários casais que trabalham juntos.
Sinto prazer em trabalhar com ele e apoiá-lo, quando há valorização da minha opinião e da minha ajuda, mas a questão da remuneração sempre foi um entrave grave.
Abri mão de muitas coisas e as vezes ate do meu querer em prol de zelar pelo meu casamento e da minha relação com ele. Mas como eu disse no começo isso já tem 3 anos.
As vezes sinto que cansei e quero voltar a ser quem eu era antes, me orgulhar de mim mesma, aquela mulher que eu fui, que trabalhava fora, que ajudava, e que além de ajudar dividia, mas não sei por onde começar....os esforços, todo investimento que fiz em mim não adiantam nada por este lado que vida tem me levado.
Hoje foi um dia triste pra mim, chorei tanto tentando saber onde me perdi, tentando me encontrar e não achei.
Pedi ajuda há algumas amigas, até desabafei com ele, mas sei lá.
Não ter autonomia financeira me faz mal, desde os 17 anos sentia isso, e eu hoje com trinta não tenho dinheiro proprio, não compro, não pago e devo ainda da epoca que trabalhava, o SERASA que o diga.
Além de tudo isso, não planejei me tornar só dona de casa, ou só a esposa que dá apoio ao marido, não foi pra isso que estudei em escola cara, fiz faculdade, inglês e pós graduação, pra mim hoje parece que tudo isso se perdeu.
Estou casada há 4 anos e há 11 me relaciono com meu marido, nossa relação cresceu , nosso amor multiplicou e foi abeçoado com a pesença de Maria Vitória, mas a mulher Karen ficou em algum lugar que não sei onde. Juro que estava me sentindo bem em cuidar da minha filha, isso na verdade tem sido minha vida e sei que por ela farei muitos sacrificios ainda, e apesar deste trabalho ser grande e tomar quase que 24 horas do meu tempo, a mãe aqui ta ficando pequenininha, se sentindo menor porque não tem se sentido util, produtiva, não toma decisões, quando as toma não é valorizada.
A vida é feita de escolhas e momentos, e eu não sei se acertei ou errei.
Espero estar acertando, espero estar fazendo o melhor.
Tenho saudades dos meus contra cheques no dia 5 de cada mês, de vendas e de metas, de cobranças do chefe, enfim saudades de me sentir produtiva, valorizada.