sexta-feira, 15 de maio de 2009

A prática do amor







Esta foi uma semana complicada pra mim...muito.
As vezes paro para refletir quantas coisas ainda preciso aprender sobre mim mesma, que desconheço e quantas preciso aprender sobre todo o resto ao meu redor.
É muito dificil para as mulheres da minha geração aceitar as imposições do casamento, visto que nem as nossas mães(de nossa geração) em sua maioria, não conseguiram chegar até o final de suas vidas casadas e felizes.
Veja bem, somos filhos e filhas da geração do divórcio, do pai que casou 3x, tem mais três filhos com não sei quantas mulheres, e mães modernas que já trabalhavam fora e já viviam o dilema (ou até trilema) casa, filhos, trabalho etc etc.Não sei se tenho perfil de Amélia( uma coisa muito rara hoje em dia)...só sei que amo muito meu marido e faço de tudo pra nossa relação dar certo...
Uma das grandes dificuldades das relações hoje, é você enxergar o outro. Perceber as necessidades dele, as carências, os esgoísmos, as fragilidades , as virtudes e perceber que você precisa estar atento a ele(ou ela) mesmo com as dificuldades do dia-a dia e etc.;

Manter uma vida estável a dois é incrivelmente dificil, pois nós seres humanos somos incrivelmente instáveis, uns mais, outros menos.E o egoismo que temos arraigados em nós torna essa dificuldade de ver o outro ainda maior.

É caros amigos, muito tenho que apreender!

Na convivencia diária com meu marido tenho aprendido simplesmente que a leitura de ICor13 é uma verdade incontestável. E que dificilmente você consegue viver, (ou sobreviver!) sem perdão, sem compreensão, sem tolerância nessa louca jornada que é o casamento!


"O amor é paciente, é benigno; o amor não arde em ciúmes, não se ufana, não se ensoberbece,
não se conduz inconvenientemente, não procura os seus interesses, não se exaspera, não se ressente do mal;
não se alegra com a injustiça, mas regozija-se com a verdade;
tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta."